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Atriz mirim Valentina Marques compõe elenco de websérie amazonense

“Feliz7Play” se passa em meio à pandemia de Covid-19 e retrata os últimos seis meses de vida de uma estudante amazonense

A “Feliz7Play”, plataforma da Igreja Adventista do Sétimo Dia,  acaba de lançar a websérie “Já não sou eu quem vive”. Produzido no Amazonas, com elenco regional, valorizando a cultura local e a história, o seriado conta a participação da atriz mirim Valentina Marques, conhecida por sua participação nos espetáculos da Paixão de Cristo e Festa do Cupuaçu.

A websérie atravessou as fronteiras e já foi, inclusive, destaque internacionalmente. “Desde o início do projeto venho dizendo que essa história iria tocar os corações de milhares de pessoas no mundo inteiro. Estou muito feliz com o resultado”, comenta Valentina que, apesar de ter apenas 9 anos, tem um currículo artístico digno de gente grande.

Atriz mirim Valentina Marques compõe elenco de websérie amazonense (Foto: Divulgação)

A pequena atriz, que mora no município de Presidente Figueiredo, já contracenou em diversos palcos, entre eles, o do Teatro Amazonas e Teatro Manauara. Neste ano, a pequena foi campeã do 1º Festival de Monólogos, da Cine Palco, escola de artes do Rio de Janeiro.

Baseado em fatos reais, a websérie da “Feliz7Play”  se passa em meio à pandemia de Covid-19 e retrata os últimos seis meses de vida da estudante amazonense Esthefany da Silva Maia. O enredo aborda o cotidiano da jovem e seu envolvimento com o Clube de Desbravadores, projeto voluntário que reúne jovens em atividades para desenvolver talentos, habilidades, percepções e o gosto pela natureza.

Esthefany participava do Clube de Desbravadores no bairro de Santo Agostinho. Após descobrir que era portadora da doença de Lúpus, ela passou a escrever suas reflexões em um diário presenteado pelo pai, Armando Maia.

O roteiro da websérie foi escrito por Pollyana Corrêa, com direção do cineasta Rudy Barros, ambos da produtora RUDFilms Sudamérica, com sede em Curitiba, no Paraná.

“Foi a partir desse caderno que o roteiro começou a ganhar forma, inspirando, inclusive, o próprio título da série e a essência de quem foi essa jovem missionária. Também reconstruímos a história ouvindo várias testemunhas, principalmente os pais da Esthefany”, destaca Pollyana.

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